20 de fev de 2012

Compasso descompasso

 Eu não ligo em perder nada. Nada me pertence. Nem eu mesma pertenço a mim. Apenas os segundos ilegítimos posso considerar meu.
 Segundos que poderia por acaso virar minutos. Minutos que com algum esforço poderiam virar horas. Horas que com alguma esperança poderiam virar dia. Dia que com persistência poderiam virar meses. Meses que poderiam virar anos. Mas isso não passa de uma utopia  

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