16 de abr de 2013

Ser,estar e continuar em uma realidade que não se deve desejar...

  Viver os momentos ninguém quer. Contar os segundos todos querem. Essa sociedade presa na seriedade de ser...ops... presas nas seriedade de SE locomover. Pois Ser é difícil de exercer.
 As avenidas congestionadas, as pessoas aglomeradas em uma calçada que tenta ser calçada e as pontes fechadas. O transporte ruim, as tarifas caras, e os cidadãos  pintados de babacas...
 A seriedade predominante. O sorriso de uma criança constante. O choro do amante. As promessas da cartomante...
 Duas coreias divididas, duas potencias unidas, uma guerra a explodir, duas nações prestes a se auto-destruir...
 Um ataque que ocorreu nas premissas de uma nacionalidade. Uma corrida rumo a uma crueldade. Consequência de uma rivalidade. Culpado: A nacionalidade.
 Presidente amado embalsamado. Tinha sonhos enrolados. Mas perante aos culpados era mal falado. Porém seus sonhos eram e são adorados.  Mas... embalsamado. O país encontra-se em um caos danado. Seu sucessor ganhador. Homofóbico, possível complicador.
 Minha nação em êxtase. Direitos humanos recebe pêsames. O mensalão sacode a rede. E a comida grita gooooollllll. Nas copas, cidadãos encurralados na parede. E  nós, para eles, fingimos sermos crentes que crê na relação do ser, na continuação do estar, e na filosofia do continuar...

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