15 de fev. de 2013
Apenas observações lembradas
Da janela, localizada no sexto andar de um prédio antigo e fétido, observo-te andar desajeitado entre folhas que abrem caminho para os seus passos incertos, suas manias patéticas e seu lindo jeito de sorrir... A lembrança do seu toque. Do nosso toque. Os nossos corpos em choque. A nossa pequena escassez . O riso abafado, o choro acanhado, e os lábios a sorrir. Lembranças passadas necessárias e ordinárias. Acumuladas em um pequeno ser, que ainda guarda em si as cinzas espalhadas do seus erros e encantos, das suas preces e prantos, da fluidez do espanto ao observar-te assim...
Não diferencio o certo e o errado,
o acerto ou o estrago,
apenas diferencio pensamentos simples amontoados.
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