16 de dez de 2014

Vivemos em um mundo onde o fim do mundo vive e a gente sente.
Vivemos em um mundo onde tudo se confunde e degrada a mente.
Vivemos em um mundo onde as coisas são banais e inexatas.
Vivemos em um mundo onde a vida torna-se tragicamente cômica.
Vivemos em um mundo onde tudo torna-se forte a martelada
no peito cansado de sentir. Na dor cansada de doer. No mundo cansado de sofrer.
Mas eu, lá no fundo, desejaria a esse mundo um fim de um segundo.
Apenas um segundo sem ser mundo e nada mais.

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